Ações de enfrentamento à violência de gênero em pauta nesta quinta (27)
Encontro integra movimento de 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra meninas e mulheres
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
Entidades da sociedade civil organizada e instituições do poder público devem apresentar, nesta quinta-feira (27/11), ações desenvolvidas no enfrentamento à violência de gênero na cidade. Solicitada por Luiza Dulci (PT) e realizada pela Comissão de Mulheres, a audiência pública integra o calendário de programação dos "21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Meninas e Mulheres" — período em que movimentos, coletivos e entidades de diversas regiões do país se manifestam contra o feminicídio e as demais violências cometidas contra a mulher. Marcado para ocorrer às 9h30, o encontro pode ser acompanhado presencialmente, no Plenário Helvécio Arantes, ou por meio de transmissão ao vivo no portal e no canal da CMBH no Youtube.
Dias de ativismo
Os "21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Meninas e Mulheres" são um movimento mundial coordenado pela ONU Mulheres. No Brasil, a iniciativa acontece desde 2003, e este ano o Ministério das Mulheres programou ações entre 20 de novembro e 10 de dezembro.
Segundo a vereadora Luiza Dulci, por meio de um ciclo de debates iniciado em abril, a Comissão de Mulheres se conectou com uma série de iniciativas desenvolvidas por instituições públicas, privadas e da sociedade civil que atuam com novas formas de denunciar e fazer o enfrentamento da violência contra as mulheres.
De acordo com a parlamentar, a audiência desta quinta-feira funcionará como um encerramento deste ciclo de 2025, com preparativos para um plano de trabalho para o ano de 2026.
“Todo esse conhecimento que circulou pela comissão, todas essas iniciativas, tudo vai ser transformado em um relatório com recomendações, com atualizações que recolocam a Câmara Municipal e essa Comissão de Mulheres em contato com a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres no município", afirma Luiza Dulci.
Convidadas
São esperadas para participar do debate representantes do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (Nepem) da Universidade Federal de Minas Gerais; do Grupo de Pesquisa Violência, Gênero e Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Friocruz); da Subsecretaria Municipal de Direitos Humanos; da Promotoria de Justiça de Defesa da Mulher do Ministério Público de Minas Gerais; do Ministério das Mulheres; do movimento Mulheres da Quebrada; da Vila Betânia e do Movimento Popular da Mulher, entre outras.
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