AUDIÊNCIA PÚBLICA

Em pauta, assaltos nas avenidas N.Sra. do Carmo e Raja Gabáglia

12/08/2014 ()

Crimes cometidos de moto atingem pedestres e motoristas

Em pauta, assaltos nas avenidas N. Sra. do Carmo e Raja - Foto: Breno Pataro/Portal PBH

A Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor vai discutir o aumento do número de assaltos, cometidos de moto e à mão armada, contra pedestres e motoristas, nas imediações das avenidas Nossa Senhora do Carmo e Raja Gabaglia (região Centro-Sul de BH), conforme notícias veiculadas na imprensa mineira. A audiência pública será realizada na próxima quinta-feira (14/8) no Plenário Helvécio Arantes, às 10h.

Na Avenida Nossa Senhora do Carmo, cuja extensão é de cerca de 2,6 quilômetros (Av. do Contorno até pouco antes do radar da curva do Ponteio) são constantes as tentativas de assalto, alguns terminando em tiroteio e vítimas. Pedestres, motoristas e comerciantes reclamam de ataques à luz do dia. O agravante desta área é o Aglomerado do Papagaio, cuja localização facilita a ação e a fuga dos assaltantes. Os crimes acontecem principalmente onde há semáforos, pois os suspeitos aproveitam os motoristas parados para praticarem os assaltos.

Não são poucas as reclamações de comerciantes de falta de policiamento. Assim como os casos frequentes de assaltos, furtos e roubos em quase todo o trecho da avenida, em ambos os sentidos. Em maio deste ano, um advogado foi baleado na avenida quando estava no semáforo, mesmo sem ter reagido. Na semana anterior, dois suspeitos roubaram dois estabelecimentos comerciais na Avenida Uruguai e na troca de tiros com a PM, duas pessoas foram baleadas num posto de combustível próximo.

Avenida Raja Gabaglia

No último dia 2, uma tentativa de assalto ao supermercado Verdemar acabou em tiroteio e dois bandidos mortos pelo segurança que reagiu, juntamente com um policial à paisana que fazia compras. Dois dias depois, o mesmo supermercado foi atingido por vários tiros disparados por uma dupla em uma moto. No mês passado, um contador foi morto com um tiro na nuca após ter sido atacado numa rua da região.

Comerciantes e moradores reclamam da falta de policiamento. Até mesmo o mercado imobiliário está sentindo o reflexo da criminalidade na região. Flávio Galissi, diretor da Câmara de Mercado Imobiliário, explica que a criminalidade está dificultando a comercialização de imóveis neste eixo. “Onde a sensação de insegurança é maior a desvalorização do imóvel chega a atingir 50%”.

A Avenida Raja Gabaglia tem quase 6 quilômetros de extensão e atinge as regiões Centro-Sul e Oeste, cortando o Aglomerado Morro das Pedras, onde vivem 20 mil pessoas.

Debate na Câmara

São esperados para a audiência representantes da Polícia Militar de Minas Gerais; Polícia Civil de Minas Gerais; Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte S/A (BHTrans); Secretaria de Administração Regional Municipal Centro-Sul; Guarda Municipal de Belo Horizonte; Associação dos Moradores e Empresários do Bairro Sion; e Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran).

Superintendência de Comunicação Institucional

Ineficiências do BRT/MOVE serão discutidas em audiência pública

11/08/2014 ()

Evento aberto ao público vai acontecer nesta quarta-feira, às 11h, no Plenário Helvécio Arantes

BRT/MOVE

As reclamações de usuários do transporte público coletivo da capital quanto ao funcionamento do novo sistema BRT/Move serão discutidas em audiência pública da Comissão de Legislação e Justiça nesta quarta-feira (13/8), às 11h, no Plenário Helvécio Arantes.

As insatisfações dos usuários com o novo sistema dizem respeito à superlotação, ao descumprimento de horários pelo BRT/MOVE, bem como à extinção de algumas linhas convencionais após a inauguração do serviço no dia 8 de março. A redução no número de linhas tem feito com que usuários sejam obrigados a pegar mais ônibus para chegar ao mesmo destino.

Na reunião plenária desta segunda-feira (11/8), o vereador Juninho Paim (PT) abordou o tema, destacando que a insatisfação da população com o BRT/MOVE já foi atestada por pesquisa de opinião pública.

Além disso, rádios, jornais, televisões e internet têm dedicado espaço às insatisfações, veiculando matérias onde o público se mostra decepcionado com o novo serviço. A realidade diferente do cenário prometido pelos anúncios da administração municipal também fez com que um usuário do BRT/MOVE criasse um site, que já abriga centenas de relatos de mau funcionamento do sistema.

Foram convidados para tratar das inadequações do BRT/MOVE na audiência pública os representantes da Prefeitura de Belo Horizonte e da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte S/A (BHTrans).

Superintendência de Comunicação Institucional

Má iluminação pública em bairros de BH será tema de debates

11/08/2014 ()

No escuro, moradores reclamam do aumento da violência urbana

No escuro, moradores reclamam do aumento da violência urbana

A falta de postes de luz e a demora na troca de lâmpadas queimadas têm deixado moradores de vários bairros da capital com medo de sair de casa à noite. No escuro, a população se sente insegura e teme assaltos. O assunto vai estar em pauta em audiência pública da Comissão de Legislação e Justiça nesta quarta-feira (13/8), às 9h, no Plenário Camil Caram.

De acordo com moradores dos bairros Serra, Prado, Gutierrez, Cruzeiro, Mangabeiras, Boa Vista, Nova Vista e Santa Inês, a demora para substituir uma lâmpada queimada chega até dois meses. Segundo eles, a escuridão cria condições favoráveis para a violência urbana.  

Hoje, a manutenção da rede elétrica é feita pela Cemig. Mas a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) transferiu aos municípios o ônus pelo serviço prestado. As prefeituras têm até dezembro deste ano para contratarem as prestadoras do serviço. A taxa de iluminação pública é paga pelo consumidor na conta de luz ou na guia anual do IPTU.

Foram convidados para o debate representantes da Secretaria Municipal de Governo, Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) e  Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

Superintendência de Comunicação Insitucional

Em pauta, atendimento no Centro de Saúde Santa Mônica

04/08/2014 ()

Sede precisa ser ampliada e anexo não atende satisfatoriamente

Em pauta, atendimento no centro de saúde Santa Mônica

As condições de atendimento no Centro de Saúde Santa Mônica e seu anexo (Bairro Santa Mônica, região de Venda Nova) serão tema de audiência pública da Comissão de Saúde e Saneamento na próxima quarta-feira (6/8), no Plenário Helvécio Arantes, às 20h. O requerimento é de autoria do vereador Doutor Sandro (PROS), que é médico e trabalhou na unidade durante 22 anos.

Segundo informações do gabinete do parlamentar, recentemente o centro teve uma expansão com o aluguel de uma casa para implantação de um anexo (há aproximadamente 2 km da sede). Mas a unidade enfrenta dificuldades: a sede é antiga e precisa ser ampliada e no anexo o atendimento é feito no 2º andar e não há elevadores (prejudicando pessoas com mobilidade reduzida), além de terem sido relatados, em visitas técnicas, problemas nas condições de trabalho. Consequentemente, o atendimento na unidade de saúde fica prejudicado. A intenção da audiência é proporcionar um diálogo entre funcionários, usuários e gestão do centro para encontrar soluções para os problemas relatados.

Foram convidados para o evento representantes das secretarias municipais de Governo, Saúde e Administração Regional Municipal Venda Nova; gerências do Distrito Sanitário Venda Nova e Centro de Saúde Santa Mônica; Comissão Local de Saúde do Centro de Saúde Santa Mônica; associações dos Amigos do Bairro Santa Mônica e Comunitária do Bairro Santa Mônica.

Superintendência de Comunicação Institucional

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